Prefeito de Palmas, Carlos Amastha em coletiva com a imprensa na qual anunciou a criação de uma folha de pagamento complementar

12/10/17 11:00 Foto: Heitor Moreira/ TV Anhanguera

Amastha recua no corte do ponto dos professores

 

Mesmo após afirmar que, “não houve greve da educação, porque o movimento foi considerado ilegal e abusivo dois dias após o início” e de autorizar o corte de ponto dos trabalhadores grevista, O prefeito de Palmas Carlos Amastha (PSB), acompanhado do secretário de Educação, Danilo de Melo e do Procurador Geral do Município, Públio Borges, anunciou em coletiva na tarde dessa quarta-feira, 11, que devolverá em folha complementar ainda neste mês, 10 dias dos 20 dias cortados aos profissionais da Educação que aderiram ao movimento de greve.

 

A folha complementar proposta pelo município ficará condiciona a adesão dos trabalhadores, ou seja, não será paga de forma automática, mas sim aqueles que concordarem com as condições propostas. Os 10 dias são relativos a finais de semana e feriados e servirão como uma espécie de crédito, já que posteriormente os professores terão que devolver o valor em horas de trabalho ou com desconto em folha de pagamento no próximo ano, descontando dois dias a cada mês. A medida foi adotada pela gestão depois que o Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Tocantins (Sintet) resolveu fazer campanha de arrecadação de alimentos para professores e servidores que tiveram seus pontos cortados.

 

Para o prefeito de Palmas o sindicato deveriam ajudar os pais de famílias, uma vez que o movimento tenha sido encabeçado por eles “o Sintet tinha que por a mão no bolso dos milhões que arrecada e repor esses pontos. Muitos desses pais de famílias foram iludidos” comentou. Amastha ainda reafirmou que não houve greve, já que segundo ele, apenas 1 mil professores do quadro de 4 mil efetivos que a prefeitura mantém aderiram ao movimento de paralisação. "A greve foi absolutamente política para agredir o prefeito por uma possível pré- candidatura. Não serei revanchista”, comentou sinalizando que não haverá negociação com o movimento do sindicato. Os outros 12 dias serão pagos à medida que forem repostos.

 

 

Reposição das aulas

 

Na Secretaria de Educação (Semed) apresentou o calendário de reposições que foi elaborado com base nas necessidades de cada escola, já que tiveram escolas que durante o período paralisam suas atividades em 100% e tiveram outras que não. Com isso, a proposta da Semed é que, para o ensino fundamental, os professores transfiram as horas de planejamento para o sábado e utilizem esse horário dentro da semana para a reposição de conteúdo.

 

Já para as creches, a reposição será feita apenas no ano que vem, quando as aulas devem começar ainda em janeiro, contando quinze dias antes do período letivo das outras escolas.

 

Ponto facultativo

Ainda durante a coletiva, o prefeito de Palmas anunciou que dará ponto facultativo na sexta-feira, 13, para os servidores do município. Justificando a medida atípica, Amastha comentou que será uma forma de comemorar o dia dos professores, que é celebrado no próximo domingo, 15.

 

Nesse período, o prefeito de Palmas estará em viagem para comemorar 33 anos de casado com a primeira dama Glô Amastha.

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