25/11/17 10:19 Foto: Alexandre Obeid

Marlon Reis descarta ser vice de Amastha mas diz estar aberto para aliança

 

Laiane Vilanova

 

Na tarde desta sexta-feira, 24, Marina Silva presidente do partido Rede Sustentabilidade esteve em Palmas para lançar a candidatura de Marlon Reis à governo do Estado. Com o movimento intitulado de Diálogos com o Tocantins, o ex- magistrado e autor da Lei da Ficha Limpa disse que pretende percorrer todos os 139 municípios do Estado para ouvir a população e apresentar as propostas do partido.

 

Doutor em sociologia e vindo da área jurídica Marlon Reis de 47 anos não tem experiência com a vida política, mas disse que a sua inexperiência é ao mesmo tempo vantajosa pois considera o atual modelo político falido e a população também já está saturada com esse cenário “nós não estamos nos colocando como salvadores da pátria, nem como patronos e nem como coronéis, nós estamos nos colocando como portadores de mobilização” declarou. 

 

Marlon afirmou que ainda não fez nenhuma aliança política mas que não é radical e está aberto ao diálogos, mas reiterou que, não terá em seu palanque ninguém que tenha sido enquadrado na Lei da Ficha Limpa. “como nós estamos trazendo uma mudança de proposta dos mecanismo de gestão nós não estaremos com que tem práticas que nós nos colocamos de forma contrária, então nós já temos o perfil de quem não queremos em ao nosso lado” afirmou. Questionado sobre uma possível aliança com o então prefeito de Palmas Carlos Amastha, Marlon Reis disse que não descarta aliança mas que não será vice. O vereador Tiago Andrino (PSB) participou da coletiva.

 

Marina Silva

A presidente da Rede Sustentabilidade, Marina Silva veio ao Tocantins para lançar a candidatura de Marlon, durante a conversa teceu críticas aos governos Dilma e Temer e disse que apesar do seu silêncio, não se mantém alheia aos acontecimentos do país, mas não confirmou uma possível candidatura à presidência “Estou no processo de tomada de decisão e em breve estarei dizendo qual é para a sociedade brasileira. De antemão, o que posso dizer é que tenho grande senso de responsabilidade com tudo o que está acontecendo no Brasil. Uma das piores crises depois da ditadura militar, da reconquista da nossa democracia”.

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