A polícia cumpre 16 mandados de busca e apreensão e oito de intimação contra investigados mencionados em acordo de colaboração premiada homologado no Supremo Tribunal Federal.

13/12/17 08:46 Foto: Reprodução web

Polícia Federal faz buscas na casa de Carlos Gaguim e Dulce Miranda

 

A Polícia Federal cumpre, nesta quarta-feira (13), mandados de busca e apreensão e de intimação na casa do governador Marcelo Miranda (PMDB) e da primeira-dama e deputada federal Dulce Miranda (PMDB). Ela é um dos alvos da 6ª fase da operação Ápia da Polícia Federal, que investiga corrupção e lavagem de dinheiro.


O deputado federal do Tocantins Carlos Gaguim (Pode) e o empresário Benedito Farias, conhecido como Dito do Posto, dono de uma rede de postos de combustíveis, também são investigados. A polícia cumpre 16 mandados de busca e apreensão e oito de intimação contra investigados mencionados em acordo de colaboração premiada homologado no Supremo Tribunal Federal.


A PF informou que nesta fase da operação, apura-se os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro decorrentes de vários pagamentos de propinas realizados pela empresa Construtora Rio Tocantins (CRT), de propriedade do colaborador Rossine Ayres Guimarães, a políticos. 

Confira quem são os outros intimados para depor na operação.

  • Benedito Faria - dono de uma rede de postos de combustíveis. Ele passou a manhã depondo na sede da Polícia Federal.
  • Aline Rassi - filha dos ex-vice-governador do Tocantins Eduardo Machado. Ele foi vice quando Carlos Gaguim foi governador do Tocantins, durante um mandato-tampão.
  • Igue do Vale - Ex-deputado estadual que coordenou a campanha de Gaguim em 2010, quando ele tentou uma reeleição após o mandato-tampão.
  • Ângelo Crema Marzola - Ex-presidente da Federação da Agricultura no Estado Tocantins.
  • Reinaldo Pagani - que seria parente da deputada federal Dulce Miranda.
  • Lindomar Borges de Oliveira - que seria administrador de uma das fazendas da família Miranda.

 

Operação Ápia
A 1ª fase da Operação Ápia foi deflagrada em outubro do ano passado para desarticular uma organização criminosa composta por servidores públicos, empresários e agentes políticos, investigados por fraudes em licitações de terraplanagem e pavimentação asfáltica em várias rodovias estaduais em valores que superam R$ 850 milhões.

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