OAB: a maior entidade sui generis do Brasil

A OAB teve em seus quadros diversos nomes importantíssimos da advocacia tocantinense

Caros leitores, escrevo este artigo com conhecimento de causa. Tive o privilégio e a honra de ser chefe de gabinete da OAB por um período de 10 anos, de 1995 a 2005, quando a OAB era presidida pelo Dr. Luciano Aires da Silva, onde fez um excelente trabalho à frente da Entidade. Apenas um exemplo: Dr. Luciano assumiu a OAB apenas com uma subseção, e no entanto, quando cessei meus trabalhos na Ordem, a Entidade contava com 13 subseções, com sedes próprias.

Após Dr. Luciano, OAB teve diversos presidentes e todos tiveram suas marcas registradas pelo lado positivo. Agora, o atual presidente, o Dr. Gedeon Pitaluga, é um advogado novo por idade, mas muito experiente no seu ramo, domina muito bem o fator administrativo, prova disto é o seu escritório de advocacia, que é um exemplo para todos os seus colegas.

No entanto, a OAB não precisa somente de um bom administrador, a Ordem necessita de um excelente gestor; Isto Gedeon sabe muito bem como realizar, existem diversos quesitos que a OAB tem como e deve defender, mas o espaço é curto, contudo destacarei apenas três: CIDADANIA: de cada pessoa existente, a OAB deve se impor perante os direitos adquiridos por cada cidadão, independente de qual seja a questão, a qual envolva toda a sociedade, em contexto geral. O presidente Gedeon sabe muito bem como lidar com essa questão que parece ser, mas não é, muito pelo contrário, exige muito da OAB. Com isso, é que vem sendo respeitado por cada cidadão.

SOCIAL: A OAB tem como prerrogativa defender as classes sociais, sejam os brancos, pretos, amarelos ou índios, o presidente da OAB, Gedeon, sabe muito bem que o preconceito em todo o mundo ainda é predominante, mas Gedeon sabe como se deve defender essas questões, além de ser advogado, é um ser humano e sempre defendeu a igualdade e isso é um dos lemas da Ordem dos Advogados do Brasil.

Por fim, a POLÍTICA: deve ser escrito e deixado bem claro, que o presidente da OAB, Gedeon Pitaluda é genro de um político, deputado federal, César Halum, mas isso não significa que o presidente da OAB irá se deixar levar e colocar a OAB em uma situação complicada, muito pelo contrário, basta lembrar que Gedeon nunca utilizou o nome de , César Halum na campanha da OAB, muito pelo contrário, ele nunca usou a política para vencer às eleições, quero deixar isso muito claro. Contudo, a OAB, direta e indiretamente, deve se envolver na política, quando os políticos querem, de uma maneira ou de outra, usar seus poderes para prejudicar e utilizar a sociedade, aí sim, a OAB deverá intervir e lutar para que os direitos de cada cidadão sejam respeitados. A cidadania deve prevalecer e jamais ser conivente com políticos corruptos.

Com certeza, presidente, vitória não é só aos advogados do Tocantins, ganho em ter você como presidente, mas com certeza, toda a população do Tocantins sabe que a OAB jamais será omissa em defender a cidadania. Todos sabem que você colocará os políticos em seus devidos lugares, ou seja, eles devem ir para as casas de leis, defenderem a população e a cidadania.

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