Júri popular absolve o marido da professora Elizabete Abílio da acusação de homicídio mas o condena por ocultação de cadáver

A professora foi morta por estrangulamento e seu corpo foi encontrado entre as praias da Graciosa e do Prata.

 

Um júri popular que começou ontem, 24, e terminou na madrugada desta quarta-feira, 25, absolveu o comerciante João Abílio, de 50 anos, de ter matado a própria mulher, a professora Elizabete Contini Abílio, assassinada em julho de 2010. O comerciante ainda era réum em um processo por ocultação de cadáver, crime do qual ele foi acusado.


Dos sete jurados, quatro absolveram o réu por homicídio e três o condenaram. Sobre a ocultação de cadáver, o réu foi condenado pela maioria dos jurados. João Abílio poderá recorrer da decisão e a pena só será definida após o trânsito em julgado da sentença.



A professora foi morta por estrangulamento e seu corpo foi encontrado entre as praias da Graciosa e do Prata, enrolado numa lona preta. A necropsia comprovou que a vítima foi estrangulada e morta em decorrência de fratura na coluna cervical. O Ministério Público Estadual denunciou o comerciante João Abílio, de 50 anos, à Justiça pelo crime de homicídio. Conforme o MPE, o laudo comprova ainda a existência de manchas de sangue no veículo em que Elizabete estava antes do crime e depois de morta ela foi transportada no lugar carona do veículo para o local onde seu corpo foi encontrado.



Ainda segundo o MPE, o acusado, às vésperas do crime, adquiriu a lona preta usada para envolver o corpo da vítima, bem como, de que no mesmo dia, teria apanhado um pedaço de fita de tecido sintético, de cor verde, numa loja de material de construção para constringir, por asfixia, o pescoço da vítima, bem assim, para manietar as suas mãos.

 

 

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