Justiça do Rio de Janeiro bloqueia bens do secretário Marcos Musafir

Musafir responde a esse processo no tempo em que era secretário de Saúde no Rio de Janeiro

Segundo o colunista da revista Veja, Lauro Jardim, o juiz Sérgio Louzada, da 2ª Vara da Fazenda Pública do Rio de Janeiro, decretou hoje, em decisão liminar, a indisponibilidade dos bens móveis, imóveis e ativos financeiros no Brasil e no exterior de Sérgio Cabral, do ex-secretário de Saúde Sérgio Côrtes e mais vinte réus.

A decisão foi tomada como resultado da ação civil pública foi movida pelo Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro por fraudes em licitação, pactuação de termos aditivos sem requisitos legais, além de pagamentos indevidos relativos ao Fundo do Estado de Saúde.

O juiz Louzada já requisitou aos cartórios a relação total dos bens de Cabral, Côrtes e dos outros vinte implicados — como a célebre casa de Cabral em Mangaratiba, vista na foto acima. Em ofício ao Banco Central, pediu também a lista dos valores de contas-correntes e aplicações dessa turma do barulho.

Entre aqueles que ficarão com seus bens bloqueados, estão mais dois ex-secretários da Saúdel: além de Côrtes, Marcos Musafir e Felipe Peixoto.

(Atualização, às 1834. A assessoria de Felipe Peixoto enviou a seguinte nota: "Felipe Peixoto informa que, até o momento, não foi citado no referido processo. Quando acontecer irá apresentar sua defesa prévia e solicitar a exclusão do seu nome da ação. A medida terá como base uma série de ações adotadas por Felipe durante sua gestão à frente da Secretaria de Estado de Saúde. Entre elas há diversas sindicâncias e a criação da Corregedoria da SES, responsável pela investigação na administração dos armazéns de medicamentos e insumos que resultou na descoberta do escândalo dos remédios vencidos" )

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