Com ações diversificadas, mês de combate à sífilis e à sífilis congênita tem resultados positivos

No total foram 1.031 testes rápidos para sífilis, 1.083 para HIV, 842 para hepatite B e 1.091 para hepatite C.

Mais de quatro mil testes rápidos para detecção de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) foram realizados no mês de outubro na Capital. Os dados são da Coordenação Técnica das Doenças Infectocontagiosas da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), que em alusão ao Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita, comemorado no terceiro sábado do mês de outubro, resolveu estender a programação durante todo o mês em conjunto com as ações do Outubro Rosa.

No total foram 1.031 testes rápidos para sífilis, 1.083 para HIV, 842 para hepatite B e 1.091 para hepatite C. A partir dessas testagens, segundo o coordenador Eduardo Silva, diversos novos casos dessas infecções puderam ser diagnosticados e direcionados para o cuidado necessário, viabilizando, também, a quebra da cadeia de transmissão.

Foram realizadas ações voltadas para sífilis nos Centros de Saúde da Comunidade (CSC), em festas, universidades, praias e parques, como por exemplo, educação em saúde com palestras em salas de espera, distribuição de material informativo, distribuição de insumos de prevenção (camisinha e gel lubrificante), além de testagem rápida para ISTs.  

“Precisamos buscar testar as pessoas nos locais de maior circulação nas cidades, e ir aos locais que elas estejam mais presentes no seu dia a dia. É importante oferecer o teste com abordagem diferente, além de não podermos mais esperar que tudo aconteça dentro das unidades de saúde na sua rotina diária. Temos que ir até o público, informar as pessoas e estimulá-las a realizarem esses testes”, enfatizou ele.

Para a psicóloga Jackelaynne Eufrázio que participou da execução das ações, o objetivo proposto foi alcançado. “A adesão da comunidade foi fundamental para o sucesso da iniciativa. Esse resultado mostra a importância da abordagem às temáticas relacionadas à saúde sexual e reprodutiva e da realização de ações como estas. Mas, vale ressaltar que, os serviços citados são ofertados durante o ano inteiro em todos os Centros de Saúde da Comunidade da Capital, devendo o morador procurar a unidade mais próxima de sua residência”, complementou.

As ações de combate à sífilis e à sífilis congênita foram desenvolvidas por meio da parceria entre a Coordenação Técnica das Doenças Infectocontagiosas da SecreSemus, Coordenação Técnica Doenças e Agravos Não Transmissíveis, os centros de saúde da comunidade, Residência Multiprofissional em Saúde da Fundação Escola de Saúde Pública de Palmas (Fesp),  Núcleo de Assistência Henfil, Casa Oito de Março, curso de Enfermagem da Universidade Federal do Tocantins (UFT) e Projeto Sexualidade Responsável da UFT, com o apoio projeto ‘Sífilis Não’ do Ministério da Saúde representado por Marileide Florêncio Martins.

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